Peixe faz três gols ainda no primeiro tempo, aproveita expulsão de Matheus Bahia e segura reação colorada no Beira-Rio; Internacional permanece na zona de rebaixamento e vê pressão aumentar

O Santos conquistou uma vitória importante fora de casa e aumentou a distância para a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

Neste domingo, 6 de setembro, o Peixe venceu o Internacional por 3 a 2, no Beira-Rio, pela 26ª rodada.

A partida teve dois momentos completamente diferentes.

No primeiro tempo, o Santos dominou.

Abriu 3 a 0 com dois gols de Gabigol e um de Cristian Oliva.

O Internacional ainda perdeu Matheus Bahia, expulso aos 25 minutos depois de cometer pênalti em Gabigol.

Na segunda etapa, porém, o cenário mudou.

Mesmo com um jogador a menos, o Colorado reagiu com gols de Braian Aguirre e Bruno Henrique, colocou pressão nos minutos finais e quase transformou uma derrota aparentemente definida em empate.

Não conseguiu.

O Santos segurou o resultado e chegou aos:

32 pontos.

O time ocupa a:

12ª colocação

e abriu:

sete pontos de vantagem para o Z-4.

O Internacional permaneceu com:

25 pontos

na:

18ª posição.

Para os dois clubes, portanto, o resultado teve significado completamente diferente.

O Santos ganhou fôlego.

O Inter afundou ainda mais na crise.

Como foi Internacional 2 x 3 Santos?

O jogo começou com intensidade alta.

O Internacional tentou assumir iniciativa dentro de casa.

Mas o Santos foi muito mais eficiente quando recuperava a bola e acelerava.

A equipe de Cuca aproveitou espaços e atacou rapidamente.

E não demorou para abrir o placar.

Gabigol marcou cedo

O primeiro gol saiu aos:

7 minutos.

Gabigol aproveitou erro da defesa colorada, recuperou a bola e finalizou.

O atacante colocou o Santos em vantagem praticamente no início da partida.

Esse gol teve importância enorme.

O Internacional já entrou pressionado depois da eliminação para o Grêmio na Copa do Brasil.

Sair atrás tão cedo aumentou ainda mais a tensão no Beira-Rio.

O Inter tentou reagir, mas errou novamente

Depois do 1 a 0, o Colorado avançou.

Tentou trabalhar a bola.

Mas deixou espaços.

E o Santos conseguiu encontrar Gabigol novamente.

Rollheiser encontrou Gabigol

Benjamin Rollheiser fez uma das principais jogadas do primeiro tempo.

O argentino encontrou um passe que colocou Gabigol em excelente condição.

Matheus Bahia tentou impedir a jogada.

Cometeu falta dentro da área.

Pênalti.

E cartão vermelho.

Matheus Bahia foi expulso

Aos 25 minutos, o Internacional ficou com:

dez jogadores.

Isso mudou completamente a partida.

O árbitro marcou pênalti.

Gabigol assumiu a cobrança.

E não desperdiçou.

Santos 2 x 0.

Gabigol chegou a dez gols no Brasileirão

Com os dois gols no Beira-Rio, o atacante alcançou:

10 gols

no Campeonato Brasileiro.

Ele aparece entre os principais artilheiros da competição e foi o grande personagem da vitória santista.

Oliva fez o terceiro

A situação colorada ficou ainda pior antes do intervalo.

Rollheiser voltou a participar diretamente da construção.

O argentino cruzou.

Cristian Oliva apareceu e marcou.

3 a 0.

Tudo isso ainda no primeiro tempo.

Torcida do Inter reagiu com protestos

O Beira-Rio perdeu a paciência.

Houve vaias intensas.

Gritos de protesto.

Parte da torcida deixou o estádio antes mesmo do intervalo.

O clima ficou muito pesado para o time gaúcho

Internacional parecia completamente derrotado

O cenário era quase impossível.

Perdia por três gols.

Jogava com um a menos.

Vinha de eliminação no Gre-Nal.

E estava dentro da zona de rebaixamento.

Parecia uma partida encerrada.

Mas o segundo tempo mostrou algo diferente.

Santos diminuiu intensidade

Depois do intervalo, o Peixe passou a administrar.

Esse comportamento é compreensível.

O time possuía:

três gols de vantagem;

um jogador a mais;

e um adversário emocionalmente abalado.

Mas administrar não significa simplesmente deixar de jogar.

E o Santos ficou passivo demais em alguns momentos.

Inter marcou com Aguirre

O primeiro gol colorado veio com:

Braian Aguirre.

O jogador recebeu espaço e finalizou bem.

O placar caiu para:

3 a 1.

Ainda parecia confortável para o Santos.

Mas o gol mudou o ambiente.

O Inter ganhou confiança

Mesmo com dez jogadores, o time começou a acreditar.

O Santos passou a recuar.

As linhas ficaram mais baixas.

O Colorado passou a ocupar o campo ofensivo com maior frequência.

Miguelito cometeu pênalti

Na reta final, o Santos abriu outra oportunidade para a reação.

Miguelito cometeu um pênalti.

Bruno Henrique assumiu a cobrança.

Marcou.

3 a 2.

A vantagem que havia sido de três gols caiu para apenas um.

Santos sofreu até o fim

Os minutos finais foram completamente diferentes do primeiro tempo.

O Internacional tentou empatar.

O Santos precisou defender sua área.

O jogo ficou tenso.

Mas o terceiro gol colorado não saiu.

Vitória mostra dois Santos diferentes

Essa é uma das principais leituras da partida.

No primeiro tempo:

agressivo;

vertical;

eficiente;

organizado.

No segundo:

recuado;

menos intenso;

permitindo reação.

Cuca saiu com três pontos.

Mas também com material importante para corrigir.

O próprio treinador precisa observar o segundo tempo

Vencer fora de casa é valioso.

Ainda mais contra um adversário pressionado.

Mas sofrer dois gols contra um time com dez jogadores depois de abrir 3 a 0 é um alerta.

Em jogos eliminatórios, esse tipo de queda pode custar caro.

E o próximo compromisso será justamente um mata-mata

O Santos enfrenta o:

Atlético-MG

na quarta-feira, 9 de setembro, pela Copa Sul-Americana.

Portanto, o comportamento do segundo tempo precisa ser corrigido rapidamente.

Não existe muito tempo para treinamento.

Santos ganhou confiança antes da Sul-Americana

Por outro lado, chegar ao mata-mata depois de uma vitória fora de casa ajuda.

O time conseguiu:

marcar três gols;

ver Gabigol em grande fase;

ter Rollheiser produzindo muito;

e estrear novos jogadores.

Há aspectos positivos claros.

Rollheiser foi um dos melhores do jogo

O argentino teve atuação de destaque.

Participou diretamente de dois gols.

Deu o passe no lance do pênalti sofrido por Gabigol.

Depois cruzou para Oliva marcar.

Na ausência de Neymar, Rollheiser cresce como principal articulador ofensivo.

Neymar está fora

Essa contextualização é importante.

Neymar sofreu lesão e ficará afastado por período relevante.

Isso obriga o Santos a redistribuir criatividade.

Rollheiser está assumindo parte dessa responsabilidade.

E sua atuação no Beira-Rio reforçou essa tendência.

Arthur estreou

Outro fato importante foi a estreia de:

Arthur Melo.

O meio-campista entrou na segunda etapa.

Sua entrada ajudou o Santos a recuperar algum controle de posse em determinado momento.

Foi uma estreia segura.

O que Arthur pode oferecer?

Cadência.

Qualidade no passe.

Controle em espaços curtos.

Capacidade para esconder a bola sob pressão.

Esse tipo de característica pode ser muito útil principalmente quando o Santos precisa administrar vantagem sem simplesmente recuar.

Lima também estreou

O meia também recebeu seus primeiros minutos.

Teve participação discreta.

Poderia até ter marcado o quarto gol nos acréscimos, mas não aproveitou a oportunidade.

Mesmo assim, sua estreia aumenta as alternativas de Cuca.

Santos está formando um novo meio-campo

A ausência de Neymar força mudanças.

Mas as chegadas e o crescimento de outros jogadores criam novas possibilidades.

Arthur.

Rollheiser.

Oliva.

Bontempo.

Lima.

Cuca possui mais peças para construir alternativas.

Gabigol continua sendo a principal referência de gol

Enquanto a criação muda, a finalização possui um nome muito claro.

Gabigol.

Ele marcou duas vezes.

Chegou a dez gols.

E foi responsável diretamente por colocar o Santos em posição confortável no primeiro tempo.

O primeiro gol mostrou oportunismo

Gabigol não dependeu de jogada trabalhada.

Leu o erro defensivo.

Atacou a bola.

Finalizou.

Esse tipo de lance caracteriza centroavante em boa fase.

No segundo, mostrou frieza

Pênalti em jogo fora de casa.

Beira-Rio pressionando.

Momento importante.

Cobrou.

Marcou.

Esse tipo de segurança é exatamente aquilo que o Santos espera do atacante.

Mas Gabigol não enfrentará o Cruzeiro

Existe um detalhe importante para a próxima rodada do Brasileirão.

O atacante recebeu cartão amarelo e ficará suspenso.

Escobar também não estará disponível.

Esse assunto terá uma matéria própria dentro do planejamento de hoje.

Portanto, aqui não vamos aprofundar escalação contra o Cruzeiro.

Santos consegue segunda vitória consecutiva fora de casa

Outro dado relevante é a melhora como visitante.

A vitória no Beira-Rio foi a:

segunda consecutiva fora de casa

no Brasileirão.

Isso muda a situação do time.

Uma equipe que luta para se afastar do Z-4 não pode depender exclusivamente de seus jogos na Vila Belmiro.

Santos abriu sete pontos do Z-4

Essa é provavelmente a consequência mais importante.

Depois da vitória:

32 pontos.

A zona de rebaixamento começa em:

25 pontos.

Diferença:

sete.

Ainda não é uma distância suficiente para relaxar.

Mas oferece margem.

Antes, a ameaça estava muito mais próxima

Quando uma equipe está dois ou três pontos acima do Z-4, qualquer rodada pode colocá-la dentro da zona.

Com sete pontos, o cenário fica mais confortável.

Ainda exige trabalho.

Mas muda o nível de pressão.

Santos ocupa 12º lugar

A equipe agora começa a olhar não apenas para baixo.

Pode também observar posições superiores.

Uma sequência positiva pode colocar o clube numa disputa por vagas continentais.

Isso seria uma mudança significativa em relação ao cenário de algumas semanas atrás.

Mas o Brasileirão não permite euforia

Restam várias rodadas.

A distância pode diminuir rapidamente.

Três derrotas seguidas seriam suficientes para modificar completamente o ambiente.

Por isso, Cuca precisa manter equilíbrio.

Para o Inter, cenário é oposto

Se o Santos ganhou espaço para respirar, o Internacional perdeu ainda mais margem.

O Colorado permaneceu com:

25 pontos.

E está em:

18º lugar.

Ou seja:

dentro da zona de rebaixamento.

O Inter já vinha em crise antes do jogo

A derrota não surgiu isoladamente.

Dias antes, o clube havia sido eliminado da Copa do Brasil pelo Grêmio.

Perdeu por 3 a 1 no Gre-Nal.

Paulo Pezzolano já estava sob enorme pressão.

O jogo contra o Santos seria justamente a oportunidade de reagir.

Não aconteceu.

A derrota piorou a situação de Pezzolano

A diretoria havia confirmado o treinador para enfrentar o Santos.

Depois disso, a continuidade dependeria de nova avaliação.

Com derrota dentro de casa, protestos e permanência no Z-4, a pressão naturalmente aumenta.

Mas é importante separar fatos.

Até esta atualização, a matéria não deve afirmar demissão sem anúncio oficial.

Torcida perdeu a paciência

O protesto durante o primeiro tempo mostra que o ambiente chegou a um nível crítico.

O Inter estava perdendo 3 a 0.

Havia acabado de ser eliminado pelo maior rival.

E luta contra o rebaixamento.

Para parte da torcida, a combinação se tornou insustentável.

Mesmo assim, reação do segundo tempo mostra que elenco não desistiu

Esse ponto também merece reconhecimento.

Com dez jogadores e três gols atrás, seria fácil abandonar a partida.

O Inter não fez isso.

Marcou duas vezes.

Pressionou.

Quase empatou.

Isso não salva o resultado.

Mas mostra reação competitiva.

O problema é que reação sem pontos não basta

Na luta contra o rebaixamento, desempenho moral não entra na tabela.

O Inter precisa:

vencer.

Pode jogar bem.

Pode reagir.

Pode competir.

Mas precisa transformar isso em pontos.

Próximo adversário é a Chapecoense

O Internacional enfrentará a:

Chapecoense

no próximo sábado, 12 de setembro, pelo Brasileirão.

É outro jogo de enorme peso.

A Chape acabou de vencer o Corinthians.

Não será adversário simples.

Para o Inter, virou confronto de sobrevivência

Quando um clube entra no Z-4 e possui poucas rodadas restantes, jogos contra adversários da parte inferior ganham peso enorme.

Perder pontos nesses confrontos pode ser especialmente prejudicial.

O Santos olha para outro objetivo imediatamente

Antes de pensar no Cruzeiro pelo Brasileiro, existe Atlético-MG na Sul-Americana.

Isso muda completamente a preparação.

O clube precisa administrar:

recuperação física;

viagem;

escalação;

e estratégia.

Cuca pode aproveitar força ofensiva mostrada no primeiro tempo

O Santos conseguiu criar e marcar com eficiência.

Essa versão precisa aparecer novamente.

Especialmente contra um Atlético-MG forte.

A equipe não pode depender de simplesmente proteger resultado.

O segundo tempo serve como aviso

Se o time relaxar da mesma forma num mata-mata, o adversário pode punir.

O Internacional chegou a 3 a 2 com dez jogadores.

O Atlético-MG pode oferecer ainda mais perigo.

Situação do Santos após a 26ª rodada

ItemSituação
ResultadoInternacional 2 x 3 Santos
Pontos32
Colocação12º
Distância do Z-47 pontos
Gols de Gabigol2
Gols de Gabigol no Brasileirão10
Próximo jogoAtlético-MG
CompetiçãoCopa Sul-Americana

Situação do Internacional

ItemSituação
Pontos25
Colocação18º
ZonaZ-4
Último resultadoDerrota por 3 a 2
Próximo adversárioChapecoense
Situação de PezzolanoSob forte pressão

O Santos ganhou mais que três pontos

A vitória produziu:

distância para o rebaixamento;

confiança;

boa atuação de Gabigol;

crescimento de Rollheiser;

estreia de Arthur;

e segundo triunfo consecutivo fora de casa.

Isso é um pacote relevante.

Mas também saiu com alerta

O time quase entregou uma vantagem de três gols contra dez jogadores.

Esse é o contraponto obrigatório.

Ignorar isso seria fazer uma leitura incompleta.

Para o Inter, o primeiro tempo foi devastador

Três gols sofridos.

Expulsão.

Torcida protestando.

Tudo em 45 minutos.

A reação posterior evitou um placar ainda mais pesado, mas não mudou a consequência.

Zero pontos.

A crise colorada deixou de ser apenas má fase

Quando uma equipe entra em setembro dentro do Z-4, o problema passa a ser concreto.

Não é discussão abstrata sobre desempenho.

Existe risco real de rebaixamento.

O Inter precisa reagir imediatamente.

Conclusão

O Santos viveu duas partidas dentro de uma só no Beira-Rio.

No primeiro tempo, foi dominante.

Gabigol marcou aos sete minutos.

Depois sofreu pênalti, Matheus Bahia foi expulso e o próprio atacante fez o segundo.

Cristian Oliva completou:

3 a 0.

Parecia encerrado.

Não estava.

Na segunda etapa, mesmo com um jogador a menos, o Internacional reagiu.

Braian Aguirre marcou.

Bruno Henrique converteu pênalti.

O jogo chegou a:

3 a 2.

O Santos sofreu nos minutos finais, mas segurou.

E essa vitória vale muito mais do que apenas três pontos.

O time chegou aos:

32 pontos

e abriu:

sete de vantagem para a zona de rebaixamento.

Gabigol chegou a:

10 gols no Brasileirão.

Rollheiser confirmou crescimento como principal articulador na ausência de Neymar.

Arthur estreou.

E o Santos ganhou confiança antes de enfrentar o Atlético-MG pela Copa Sul-Americana.

Mas Cuca também sai com um aviso.

Um time que abre 3 a 0 contra um adversário com dez jogadores não pode permitir que o jogo termine sob risco de empate.

Para o Internacional, o cenário é ainda mais grave.

A reação demonstrou competitividade.

Mas não produziu pontos.

O Colorado permanece com:

25 pontos, em 18º lugar.

Está dentro do Z-4.

Vem de eliminação para o Grêmio.

A torcida protestou.

E a pressão sobre Paulo Pezzolano aumenta.

O Santos saiu do Beira-Rio respirando melhor.

O Internacional saiu precisando encontrar uma reação antes que o campeonato deixe de oferecer tempo para isso.

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