Atacante marcou duas vezes na vitória sobre o Internacional, mas recebeu cartão ainda no primeiro tempo; lateral também está suspenso e Cuca precisará fazer pelo menos duas mudanças na próxima rodada do Brasileirão
A vitória por 3 a 2 sobre o Internacional, no Beira-Rio, trouxe três pontos importantes para o Santos.
Mas também deixou dois problemas para a próxima rodada do Campeonato Brasileiro.
Gabigol e Escobar estão suspensos.
Os dois receberam o terceiro cartão amarelo contra o Internacional e não poderão enfrentar o Cruzeiro, no próximo sábado, 12 de setembro, na Vila Belmiro.
A ausência de Gabigol é especialmente importante.
O atacante marcou duas vezes contra o Inter, chegou a dez gols no Brasileirão e vive um de seus melhores momentos na temporada.
Cuca terá, portanto, de encontrar uma nova referência ofensiva justamente quando o Santos tenta transformar sua recuperação recente em uma sequência mais consistente.
Por que Gabigol está fora contra o Cruzeiro?
O atacante entrou na partida contra o Internacional pendurado com dois cartões amarelos.
Ainda no primeiro tempo, recebeu mais um.
Foi o:
terceiro amarelo.
Pelo regulamento do Campeonato Brasileiro, isso gera suspensão automática de uma partida.
Portanto, Gabigol não estará disponível contra o Cruzeiro.
Gabigol marcou duas vezes antes de sair suspenso
A situação produz um contraste curioso.
Esportivamente, Gabigol foi um dos grandes responsáveis pela vitória santista no Beira-Rio.
Marcou o primeiro gol aos sete minutos.
Depois converteu o pênalti que colocou o Santos em vantagem por 2 a 0.
Cristian Oliva fez o terceiro.
O Peixe venceu por 3 a 2.
Gabigol chegou a dez gols no Brasileirão
Os dois gols levaram o atacante a:
10 gols no Campeonato Brasileiro.
Isso aumenta o peso de sua ausência.
Não estamos falando apenas do centroavante titular.
Estamos falando do principal finalizador de uma equipe que ainda busca estabilidade ofensiva.
Escobar também está suspenso
O lateral-esquerdo Gonzalo Escobar vive situação semelhante.
Também entrou pendurado.
Também recebeu cartão amarelo.
Também completou três advertências.
Portanto:
não enfrenta o Cruzeiro.
Cuca perde assim dois jogadores da equipe titular em setores diferentes.
Santos precisará mudar ataque e lateral esquerda
Essa é a principal consequência.
Não existe possibilidade de simplesmente substituir uma peça mantendo todo o restante.
O treinador precisa resolver:
quem joga no lugar de Gabigol?
e:
quem substitui Escobar?
São problemas diferentes.
Quem pode substituir Gabigol?
Cuca possui algumas possibilidades.
Uma delas é utilizar:
Tiquinho Soares.
Se estiver disponível e integrado ao planejamento da equipe, ele oferece uma referência mais próxima das características tradicionais de centroavante.
Outra possibilidade é modificar a estrutura ofensiva.
Santos pode jogar sem um 9 fixo
Dependendo da estratégia escolhida, Cuca pode optar por um ataque mais móvel.
Nesse cenário, jogadores de velocidade e aproximação poderiam alternar posições.
Isso mudaria a maneira como o Santos ataca.
Com Gabigol, existe uma referência clara para:
atacar área;
finalizar;
cobrar pênaltis;
e ocupar zagueiros.
Sem ele, o comportamento precisaria ser diferente.
Rollheiser ganha ainda mais responsabilidade
Benjamin Rollheiser já foi um dos melhores jogadores contra o Internacional.
Participou diretamente de dois gols.
E vem assumindo maior responsabilidade criativa com Neymar fora.
Sem Gabigol, sua importância aumenta novamente.
Porque alguém precisará transformar criação em situações de finalização.
Neymar continua fora
Esse é outro elemento que torna a ausência de Gabigol mais relevante.
Se Neymar estivesse disponível, Cuca teria uma alternativa óbvia para reorganizar o ataque.
Mas o camisa 10 está lesionado.
Portanto, o Santos pode enfrentar o Cruzeiro sem:
Neymar e Gabigol.
Dois dos jogadores ofensivos mais importantes do elenco.
Isso muda completamente a distribuição de protagonismo
A responsabilidade passa para outros nomes.
Rollheiser.
Arthur.
Oliva.
Bontempo.
Lima.
E os atacantes que forem escolhidos.
O Santos precisará produzir ofensivamente de maneira mais coletiva.
Arthur pode ganhar mais minutos
O meio-campista estreou contra o Internacional.
Entrou no segundo tempo.
Mostrou qualidade para controlar a posse.
Contra o Cruzeiro, pode ser uma peça importante dependendo da estrutura escolhida por Cuca.
Por que Arthur pode ajudar?
Sem Gabigol, talvez o Santos precise produzir mais chances através da construção.
Arthur oferece:
controle;
passe curto;
saída sob pressão;
ritmo;
e circulação.
Ele não substitui Gabigol diretamente.
Mas pode ajudar a equipe a chegar melhor ao ataque.
Lima também estreou
Outro reforço utilizado no Beira-Rio foi Lima.
Ele entrou durante o segundo tempo e poderia ter marcado nos minutos finais.
Também passa a ser opção para Cuca.
Quem pode substituir Escobar?
Na lateral esquerda, Cuca também precisará mexer.
A escolha dependerá do elenco disponível e do comportamento desejado.
Uma opção mais defensiva oferece maior proteção.
Uma opção mais ofensiva pode ajudar o Santos a empurrar o Cruzeiro para trás.
A escolha do lateral interfere no ataque
Laterais possuem papel importante na amplitude.
Se o jogador escolhido avançar bastante, o ponta pode ocupar zonas internas.
Se permanecer mais preso, o atacante precisa oferecer largura.
Portanto, substituir Escobar não significa simplesmente trocar um nome por outro.
A estrutura pode mudar.
Cruzeiro exige atenção especial
O adversário da próxima rodada possui qualidade suficiente para explorar qualquer desorganização.
O Santos não poderá tratar a partida apenas como oportunidade de continuar sua sequência.
Precisará adaptar o modelo.
Jogo será na Vila Belmiro
A partida está marcada para:
sábado, 12 de setembro
na:
Vila Belmiro.
O mando ajuda.
O Santos vem conseguindo recuperar confiança.
E a torcida deve criar ambiente forte depois da vitória em Porto Alegre.
Mas jogar em casa aumenta obrigação
Existe também outro lado.
Depois de vencer fora, o torcedor espera confirmação.
Uma equipe que pretende deixar definitivamente a discussão sobre rebaixamento precisa aproveitar seus jogos como mandante.
Santos abriu sete pontos para o Z-4
Depois da vitória sobre o Internacional, o Peixe chegou aos:
32 pontos.
E abriu:
sete pontos
de vantagem sobre a zona de rebaixamento.
É uma margem importante.
Mas ainda não definitiva.
Uma vitória contra o Cruzeiro poderia mudar o objetivo
Se o Santos conseguir continuar pontuando, a conversa começa a mudar.
Em vez de olhar apenas para baixo, pode começar a observar:
parte superior da tabela;
zona de classificação continental;
e objetivos mais ambiciosos.
Isso depende de sequência.
O jogo contra o Cruzeiro pode marcar essa transição
É justamente por isso que as suspensões incomodam.
O Santos chega num momento de crescimento.
Gabigol vive boa fase.
E agora o treinador precisa modificar a equipe.
Antes do Cruzeiro, porém, existe Atlético-MG
Esse detalhe é fundamental para o planejamento.
O próximo compromisso do Santos não é o Cruzeiro.
É o:
Atlético-MG.
Na quarta-feira, 9 de setembro, pela Copa Sul-Americana.
Portanto, Gabigol e Escobar poderão atuar normalmente nesse jogo, desde que estejam disponíveis fisicamente e inscritos na competição.
A suspensão vale para o Brasileirão.
Cuca não precisa poupá-los por causa do amarelo
Como já estão suspensos da próxima rodada nacional, existe até uma lógica para utilizá-los normalmente no compromisso continental.
Depois terão descanso forçado no Brasileiro.
Isso pode influenciar a gestão física.
Gabigol pode ser ainda mais importante contra o Atlético-MG
Depois de marcar duas vezes no Beira-Rio, chega confiante.
Num mata-mata, ter um atacante em boa fase é particularmente valioso.
Cuca pode explorar isso antes de precisar montar um ataque diferente contra o Cruzeiro.
Santos vive calendário complicado
A sequência mostra o desafio:
Internacional — Brasileirão
Atlético-MG — Sul-Americana
Cruzeiro — Brasileirão
Poucos dias.
Adversários fortes.
Competições diferentes.
Profundidade do elenco começa a ser testada
Foi justamente para momentos assim que clubes buscaram reforços.
Quando aparecem:
lesões;
suspensões;
desgaste;
e sequência de jogos,
o banco deixa de ser complemento.
Passa a ser decisivo.
Ausência de Neymar já obrigava Cuca a adaptar
Agora entram mais duas baixas.
O treinador precisa evitar que a equipe dependa de um único desenho.
Um elenco competitivo precisa conseguir vencer utilizando estruturas diferentes.
Gabigol é difícil de substituir diretamente
Esse é o ponto.
Não existe outro Gabigol.
O substituto pode possuir características diferentes.
Portanto, talvez a solução mais eficiente não seja pedir para outro jogador fazer exatamente a mesma coisa.
Pode ser mudar o funcionamento do ataque.
Um centroavante mais físico muda a construção
Se Cuca utilizar um 9 de referência, o Santos pode buscar:
cruzamentos;
jogo direto;
segunda bola;
presença na área.
Um ataque móvel produz outra lógica
Se optar por jogadores mais leves, pode buscar:
trocas de posição;
infiltrações;
pressão;
ataques em velocidade.
São soluções diferentes para o mesmo problema.
Rollheiser pode atuar mais próximo do gol
Outra possibilidade é aproximar o argentino da área.
Contra o Internacional, mostrou capacidade para encontrar espaços e dar último passe.
Sem Gabigol, pode precisar também finalizar mais.
Oliva também vive bom momento
O uruguaio marcou no Beira-Rio.
Além do gol, oferece equilíbrio ao meio-campo.
Sua presença permite que outros jogadores tenham maior liberdade ofensiva.
Arthur pode modificar a posse santista
Com o ex-Juventus e Barcelona ganhando ritmo, Cuca passa a possuir uma peça diferente.
Arthur não é um jogador de transição explosiva.
É um controlador.
Pode ajudar o Santos a evitar justamente aquilo que aconteceu no segundo tempo contra o Inter:
perder completamente o controle do jogo.
O segundo tempo no Beira-Rio serve de alerta
O Santos abriu 3 a 0.
O Internacional tinha dez jogadores.
Mesmo assim:
marcou dois gols;
pressionou;
e quase empatou.
Cuca reconhece que precisa melhorar a gestão das partidas.
Sem Gabigol, controle pode se tornar ainda mais importante
Quando você perde um jogador capaz de decidir com poucas oportunidades, precisa aumentar a qualidade coletiva.
Talvez o Santos tenha menos poder de finalização.
Então precisa produzir mais.
Suspensão também interrompe momento individual
Para Gabigol, esse é o lado frustrante.
Ele acabou de marcar duas vezes.
Chegou a dez gols.
Ganhou confiança.
E agora terá de ficar fora de uma rodada.
Mas terá jogo antes disso
A Sul-Americana evita uma interrupção completa.
Ele ainda poderá manter ritmo contra o Atlético-MG.
Depois cumprirá suspensão contra o Cruzeiro.
Santos precisa pensar em dois jogos diferentes
Contra o Atlético:
estrutura próxima da atual.
Contra o Cruzeiro:
pelo menos duas mudanças obrigatórias.
Isso exige planejamento antecipado.
Cuca pode usar treino para testar alternativas
O intervalo entre partidas é curto.
Portanto, muitas soluções precisam ser trabalhadas em:
atividades leves;
vídeo;
ajustes posicionais;
e conversas táticas.
Não haverá uma semana inteira de preparação.
Cruzeiro também observará essas ausências
Adversários estudam escalações.
Saber que Gabigol e Escobar não estarão disponíveis permite ao Cruzeiro preparar comportamentos específicos.
Isso torna importante para Cuca evitar soluções previsíveis.
Santos precisa evitar dependência de Gabigol
Os dez gols são positivos.
Mas também mostram o tamanho de sua importância.
Para crescer na temporada, o clube precisa encontrar outras fontes de gol.
Rollheiser pode ser uma delas
O argentino possui qualidade técnica.
Chega perto da área.
Consegue finalizar.
Mas sua principal contribuição tem sido a criação.
Sem Gabigol, talvez precise aumentar volume de chutes.
Jogadores do meio também precisam aparecer
Oliva marcou contra o Inter.
Esse tipo de contribuição é fundamental.
Quando meio-campistas começam a marcar, o adversário não pode concentrar toda a marcação nos atacantes.
Bola parada pode ganhar importância
Sem o principal finalizador, faltas e escanteios podem se tornar caminhos importantes.
O Santos precisa aproveitar melhor essas situações.
Especialmente num jogo potencialmente equilibrado.
Quem cobra pênalti sem Gabigol?
Essa é outra questão.
Gabigol é uma das principais referências nesse fundamento.
Se houver penalidade contra o Cruzeiro, Cuca precisará ter outro cobrador definido.
Esse tipo de decisão normalmente é preparado antes da partida.
Suspensão de Escobar também exige ajuste defensivo
O lateral não contribui apenas no ataque.
Sua ausência muda:
cobertura;
duelos;
saída de bola;
e relacionamento com o zagueiro do lado esquerdo.
O substituto precisa estar integrado.
O Santos pode aproveitar o jogo da Sul-Americana para observar alternativas
Dependendo do andamento contra o Atlético-MG, Cuca pode utilizar jogadores que serão importantes contra o Cruzeiro.
Isso ajuda a ganhar ritmo.
Mas num mata-mata, o treinador também não pode experimentar excessivamente.
Situação para o jogo contra o Cruzeiro
| Jogador | Situação |
| Gabigol | Suspenso — 3º amarelo |
| Escobar | Suspenso — 3º amarelo |
| Neymar | Lesionado |
| Rollheiser | Disponível atualmente |
| Arthur | Disponível atualmente |
| Oliva | Disponível atualmente |
O que está confirmado?
Gabigol recebeu o terceiro cartão.
Escobar recebeu o terceiro cartão.
Ambos cumprem suspensão automática.
Não enfrentam o Cruzeiro pelo Brasileirão.
O que ainda não está definido?
Os substitutos.
Cuca ainda possui compromissos e treinamentos antes da partida.
Portanto, não devemos apresentar uma escalação especulativa como confirmada.
Santos precisa separar Sul-Americana e Brasileirão
O jogo contra o Atlético-MG possui prioridade imediata.
Depois disso, o foco muda.
Esse gerenciamento será importante porque o clube começa a entrar numa sequência decisiva da temporada.
Vitória sobre Inter mudou ambiente
O Santos saiu de Porto Alegre numa posição muito melhor do que entrou.
Três pontos.
Gabigol marcando.
Rollheiser crescendo.
Reforços estreando.
Distância maior do Z-4.
As suspensões são um problema.
Mas aparecem dentro de um cenário esportivo mais positivo.
Cruzeiro será teste para profundidade do elenco
É fácil montar uma equipe quando todos os titulares estão disponíveis.
O verdadeiro teste acontece quando faltam peças importantes.
Contra o Cruzeiro, Cuca terá exatamente esse desafio.
Conclusão
Gabigol foi o grande personagem da vitória do Santos sobre o Internacional.
Marcou duas vezes.
Chegou a:
10 gols no Brasileirão.
E ajudou o Peixe a abrir sete pontos de vantagem para a zona de rebaixamento.
Mas saiu do Beira-Rio com uma consequência.
Recebeu o:
terceiro cartão amarelo.
Gonzalo Escobar viveu a mesma situação.
Por isso, os dois estão suspensos e não enfrentarão o Cruzeiro no próximo sábado, na Vila Belmiro.
Cuca terá de fazer pelo menos duas alterações.
E a ausência de Gabigol pesa ainda mais porque Neymar continua lesionado.
O treinador possui alternativas.
Pode utilizar um centroavante de referência.
Pode montar ataque mais móvel.
Pode aumentar a participação de Rollheiser.
Pode dar mais espaço a Arthur.
Mas uma coisa já está definida:
o Santos que enfrentará o Cruzeiro será diferente daquele que venceu o Internacional.
Antes disso, Gabigol e Escobar continuam disponíveis para o confronto com o Atlético-MG pela Copa Sul-Americana.
Depois, chegará o teste de profundidade.
O Santos finalmente conseguiu criar distância do Z-4.
Agora precisará provar que consegue manter sua reação mesmo sem dois titulares importantes.



















