Erick Pulga marcou duas vezes na vitória por 3 a 2 na Fonte Nova; Tricolor chegou aos 40 pontos e ao quinto lugar, enquanto o Internacional completou nove jogos sem vencer e entrou no Z-4.
O Bahia vive um momento completamente diferente do Internacional no Campeonato Brasileiro.
Neste domingo, 30 de agosto, o Tricolor venceu o Colorado por 3 a 2, de virada, na Arena Fonte Nova, pela 25ª rodada.
Erick Pulga marcou duas vezes e foi o grande destaque da partida.
O terceiro gol do Bahia foi marcado por Cristian Olivera.
Alan Patrick e Vitinho fizeram os gols do Internacional.
O resultado colocou o Bahia novamente entre os cinco primeiros colocados.
Ao mesmo tempo, empurrou o Internacional para a zona de rebaixamento.
Bahia chega aos 40 pontos e entra no G-5
Com a vitória, o Bahia chegou a 40 pontos.
A equipe assumiu a quinta colocação e ultrapassou o Cruzeiro.
Mais do que a posição isolada, a sequência confirma uma fase consistente.
O Tricolor chegou a nove partidas consecutivas sem perder no Campeonato Brasileiro.
É uma série que mantém o clube próximo da zona de classificação direta às principais competições continentais.
Internacional cai para 18º lugar
Do outro lado, a situação tornou-se crítica.
O Internacional permaneceu com 25 pontos.
Com os demais resultados da rodada, caiu para a 18ª posição.
Ou seja:
entrou na zona de rebaixamento.
O problema é agravado pelo histórico recente.
O Colorado completou nove partidas sem vitória no Brasileirão.
Inter ainda saiu na frente
O jogo começou de maneira favorável ao time gaúcho.
Aos 16 minutos do primeiro tempo, Alan Patrick abriu o placar.
O meia recebeu pela esquerda, entrou na área e finalizou.
A bola desviou, subiu e encobriu o goleiro Ronaldo.
Era exatamente o tipo de início que um time pressionado precisava.
Mas a vantagem durou pouco.
Erick Pulga empata com belo voleio
Sete minutos depois, o Bahia reagiu.
Acevedo cruzou para a área.
Erick Pulga apareceu livre e finalizou de primeira.
O atacante acertou um voleio e empatou a partida.
O gol mudou completamente o ambiente da Fonte Nova.
A partir daí, o Bahia passou a jogar com mais confiança.
Pulga marca novamente antes do intervalo
O segundo gol veio ainda no primeiro tempo.
Erick Pulga voltou a aparecer em posição de finalização e marcou novamente.
Foi uma atuação decisiva.
Em um jogo equilibrado, o atacante fez exatamente aquilo que separa boas equipes de equipes em crise:
transformou oportunidades em gols.
Cristian Olivera amplia nos acréscimos
O Bahia ainda conseguiu chegar ao terceiro gol antes do intervalo.
Cristian Olivera marcou nos acréscimos.
Assim, o time que começou perdendo foi para o vestiário vencendo por 3 a 1.
Foi uma virada construída em aproximadamente meia hora.
Para o Internacional, o impacto psicológico foi enorme.
Inter reage no segundo tempo
Paulo Pezzolano tentou modificar o comportamento da equipe após o intervalo.
E a reação veio cedo.
Vitinho marcou aos sete minutos da etapa final.
O gol reduziu a diferença para 3 a 2.
A partir daí, o jogo voltou a ficar aberto.
Bahia precisou sofrer até o fim
Depois de construir vantagem, o Bahia passou a administrar o resultado.
O Internacional avançou suas linhas.
Tentou pressionar.
O Tricolor precisou reduzir espaços e proteger a área.
O placar não aumentou.
Mas também não houve empate.
O Bahia conseguiu sustentar a vantagem e confirmou mais três pontos importantes.
Rogério Ceni destaca força mental
Depois do jogo, Rogério Ceni valorizou principalmente a capacidade de reação do Bahia.
O treinador destacou a força mental da equipe para sair atrás e virar o placar ainda no primeiro tempo.
Essa característica tem sido importante na sequência positiva do clube.
O Bahia não depende apenas de jogos em que consegue controlar desde o início.
Também tem encontrado respostas em situações adversas.
Trio ofensivo recebe elogios
Ceni também elogiou a intensidade de seu setor ofensivo.
Erick Pulga, Cristian Olivera e Alejo Véliz formaram um ataque agressivo.
Pulga foi o mais eficiente.
Cristian também marcou.
E Véliz participou da movimentação que obrigou a defesa colorada a recuar.
Para Ceni, a intensidade desse trio oferece características importantes à equipe.
Pulga vive uma de suas melhores fases
Erick Pulga começa a ocupar espaço maior dentro do time.
Dois gols em uma partida de Brasileirão têm peso.
Mas o que chama atenção é a forma como o atacante tem encontrado espaço.
Ele consegue atacar a área.
Finaliza de primeira.
Explora o espaço às costas dos defensores.
Contra o Internacional, mostrou todas essas características.
Bahia mantém regularidade
Uma sequência de nove jogos sem derrota não acontece por acaso.
O Bahia encontrou uma base competitiva.
A equipe consegue variar entre posse de bola e transição.
Também melhorou defensivamente em relação a períodos anteriores da temporada.
Mesmo sofrendo dois gols contra o Inter, mostrou capacidade para controlar a reta final.
Vitória no Ba-Vi já havia dado impulso
Na rodada anterior, o Bahia venceu o Vitória.
O clássico encerrou uma sequência de cinco empates consecutivos.
A vitória sobre o Internacional mostrou que o resultado anterior não foi isolado.
O time voltou a vencer.
E agora contra um adversário pressionado, mas tecnicamente relevante.
Bahia se aproxima de objetivo continental
O quinto lugar muda o horizonte.
O clube deixa de olhar apenas para uma classificação genérica à Sul-Americana.
Passa a disputar posições de Libertadores.
A diferença pode parecer semântica.
Não é.
Estar no G-5 em uma altura avançada do campeonato modifica metas, pressão e planejamento.
Internacional vive trajetória oposta
Enquanto o Bahia sobe, o Inter desce.
A equipe chegou à partida com oito jogos sem vitória no Brasileirão.
Sai com nove.
Antes da rodada, estava em 16º.
Agora está no Z-4.
É um exemplo clássico de como uma sequência de empates e derrotas pode lentamente empurrar uma equipe para uma situação crítica.
Inter não vence no Brasileiro desde antes da Copa
A sequência negativa se estende pelo período posterior à Copa do Mundo.
O time não conseguiu vencer nenhuma partida do Brasileirão desde a retomada.
O padrão preocupa.
Não é uma crise de dois jogos.
É um problema prolongado.
Ataque ainda produz alguns sinais
Apesar da derrota, o Internacional marcou duas vezes fora de casa.
Alan Patrick voltou a ser decisivo.
Vitinho também marcou.
Isso mostra que o problema não está exclusivamente na criação.
A equipe consegue chegar.
Mas sofre para controlar jogos e proteger vantagens.
Defesa colorada volta a falhar
Sofrer três gols em um primeiro tempo é um indicador grave.
Especialmente depois de abrir o placar.
O Internacional perdeu organização depois do empate.
Passou a permitir chegadas mais claras.
E foi punido.
Em uma luta contra o rebaixamento, estabilidade defensiva passa a ser prioridade.
Próximo jogo do Inter tem peso enorme
O calendário coloca o Colorado imediatamente diante de um confronto de enorme pressão.
Na quinta-feira, 3 de setembro, o Internacional enfrenta o Grêmio pela volta das quartas de final da Copa do Brasil.
O primeiro Gre-Nal terminou 0 a 0.
A decisão será na Arena do Grêmio.
Portanto, o Inter chega a um clássico eliminatório em meio a uma sequência de nove jogos sem vencer no Brasileiro.
Copa do Brasil pode mudar ambiente
Uma classificação contra o maior rival poderia transformar completamente o clima interno.
Em contrapartida, uma eliminação pode aprofundar a crise.
Por isso, o próximo Gre-Nal ganhou dimensão ainda maior após a derrota em Salvador.
Não será apenas um jogo de Copa.
Será também um teste psicológico.
Bahia terá Bragantino fora de casa
O próximo compromisso do Bahia pelo Brasileiro será contra o Red Bull Bragantino.
A partida está marcada para sábado, 5 de setembro.
Será mais uma oportunidade para manter a sequência invicta.
Também será um teste importante fora de casa.
Equipes que brigam na parte alta precisam pontuar mesmo longe de seus domínios.
Ceni encontra soluções mesmo com desfalques
O Bahia não estava completo.
Jean Lucas cumpriu suspensão.
Everton Ribeiro ainda não estava em condição plena.
Mesmo assim, a equipe conseguiu construir uma atuação competitiva.
Isso revela profundidade maior do elenco.
Ao longo de um campeonato de 38 rodadas, esse fator é fundamental.
Fonte Nova volta a ser diferencial
O Bahia vinha com rendimento doméstico abaixo do esperado em parte da temporada.
A vitória contra o Inter ajuda a corrigir esse cenário.
Com apoio da torcida, o time conseguiu reagir depois de sofrer o primeiro gol.
A atmosfera do estádio teve papel importante após o empate.
Inter perde oportunidade de sair da pressão
Abrir o placar fora de casa costuma ser uma oportunidade ideal para uma equipe em crise.
O Internacional teve essa oportunidade.
Não aproveitou.
Em menos de meia hora, sofreu três gols.
Isso explica parte do momento vivido pela equipe.
Quando surge uma chance de respirar, ela escapa.
A tabela começa a cobrar
Com 25 pontos após 25 rodadas, o Internacional entra em uma zona perigosa.
Ainda existe campeonato suficiente para reagir.
Mas a margem de erro diminui.
Cada rodada sem vitória torna o próximo jogo mais pesado.
E quando um clube entra no Z-4, a pressão deixa de ser abstrata.
Bahia transforma estabilidade em ambição
O Bahia vive o oposto.
Uma sequência invicta longa permite olhar para cima.
A equipe já não precisa apenas “fazer uma campanha tranquila”.
Pode mirar algo maior.
O quinto lugar é consequência dessa mudança.
Conclusão
Bahia e Internacional deixaram a Fonte Nova em direções completamente opostas.
O Tricolor venceu por 3 a 2 de virada, chegou aos 40 pontos, entrou no G-5 e ampliou para nove jogos sua sequência sem derrota no Brasileirão.
Erick Pulga foi o principal personagem.
Marcou duas vezes.
Cristian Olivera fez o terceiro.
O Internacional chegou a abrir o placar com Alan Patrick e ainda reagiu com Vitinho no segundo tempo.
Mas não foi suficiente.
O Colorado permaneceu com 25 pontos, caiu para a 18ª colocação e agora acumula nove jogos sem vencer no campeonato.
A diferença de momento entre os clubes é evidente.
O Bahia transforma estabilidade em ambição.
O Internacional transforma cada rodada sem vitória em mais pressão.
E o próximo compromisso colorado é justamente um Gre-Nal decisivo pela Copa do Brasil.


















